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D. Adrianus van Luyn, presidente da COMECE, diz que só será possível enfrentar as mudanças climáticas se “todos os responsáveis políticos unirem as suas forças”.

“O tempo foge e as tácticas hesitantes devem agora dar lugar a uma acção decidida”, escreve.

Segundo este responsável, os Bispos da UE defendem que “um acordo sobre o clima deve comportar objectivos vinculantes para os países desenvolvidos” e ajudas para os países em vias de desenvolvimento.

Esta “ajuda climática”, assinala a COMECE, deve ser complementar “à ajuda ao desenvolvimento, que já foi prometida por causa de outros objectivos”.

Os líderes da União Europeia comprometeram-se esta Sexta-feira, em Bruxelas, a contribuir com 7,2 mil milhões de euros, até 2012, para um fundo destinado a ajudar os países menos desenvolvidos no combate ao aquecimento global.

No final da cimeira de chefes de Estado e de Governo da UE, foi anunciado um acordo sobre um contributo europeu de 2,4 mil milhões de euros anuais nas ajudas imediatas para os países pobres na luta contra as alterações climáticas durante o período 2010-2012.

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