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Em comunicado, sublinha que o projeto-lei do Bloco de Esquerda contou com a reprovação dos deputados algarvios eleitos por aqueles três partidos, o que “contraria todas as declarações e promessas anteriores” daqueles deputados.

O BE sustenta que o projeto-lei que visava a isenção “poderá ter sido, nesta sessão legislativa, a última oportunidade para os deputados eleitos pelo distrito de Faro se pronunciarem sobre esta matéria”.

O secretariado da Comissão Coordenadora Distrital do Algarve do BE saúda a luta da Comissão de Utentes da Via Infante “pela sua determinação na resistência contra a introdução de portagens na referida Via”, que levou à recolha de mais de 13 mil assinaturas, e à mobilização para sete marchas de protesto.

Denuncia o “secretismo com que o Governo mantém retido o Decreto-Lei aprovado em Conselho de Ministro de 13 de outubro de 2011”, que decreta a introdução de portagens na A22, e “vê com alarmante preocupação o facto de saber que o Presidente da República solicitou informação adicional ao Governo para se pronunciar sobre o referido diploma.

O BE considera ainda muito preocupante os efeitos que a opção de portajar esta via “trará para a região algarvia, nomeadamente o agravar da crise e o aumento da sinistralidade rodoviária na Estrada Nacional 125.

Neste sentido, “exige a responsabilização de todos aqueles que decidiram portajar a principal via estruturante de ligação de populações, economia e cultura da Região”.

Lusa
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