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A autarquia informa que “esta comissão tem como desígnio promover um debate aturado, profundo e tecnicamente estruturado, de molde a encontrar as soluções mais adequadas para superar estrangulamentos rodoviários que se têm dramaticamente acentuado no concelho de Faro”. “Nesse sentido, e atendendo à pertinência da matéria, a Câmara Municipal de Faro decidiu, sem mais delongas e com sentido de urgência, avançar para a criação de uma comissão que, congregando os diferentes actores e responsáveis pelo sector, se venha a revelar como um fórum competente e idóneo, para que, em ensejo posterior, seja praticável proceder à elaboração de um Plano de Reformulação de Ordenamento e Gestão do Trânsito”, explica a edilidade em comunicado, acrescentando que o plano “envolve articulação de entidades, estudos técnicos bem sedimentados e uma visão integrada e de conjunto que considere a cidade e o concelho no seu todo”.

“Não será o plano que irá surgir, podemos garantir, uma peça orientadora avulsa e desconexa, sem critério e desprovida do contributo das entidades que têm experiência de terreno e saber aprofundado das realidades”, refere o documento, que assegura a presença de 17 entidades no seio da comissão.

A Câmara Municipal de Faro considera que a mobilidade de peões e veículos tem sido reduzida no concelho de Faro e lamenta que não haja “ordenamento coerente de tráfego” e que as respostas sejam “escassas ou inexistentes” para a dimensão do problema que “apoquenta a qualidade de vida e o bem-estar das populações”.

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