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O sistema, segundo a autarquia, consta da instalação de câmaras de vigilância nas rotundas do Instituto Português da Juventude, do Hospital e do Teatro Municipal, na Cidade Velha (zona das Muralhas), e nas avenidas da República, Cidade Hayward (Rotunda Faro-Olhão) e 5 de Outubro (Rotunda do liceu).

Em declarações à Lusa, Paulo Santos, vereador da Câmara Municipal de Faro e responsável do projeto disse que "a ideia não é controlar ou multar condutores por eventuais excessos de velocidade ou infrações mas antes controlar o tráfego e os congestionamentos de trânsito."

Ao município cabe a responsabilidade de disponibilizar o sistema à PSP e assegurar a sua manutenção, e à PSP compete o correto tratamento dos dados recolhidos, bem como os contactos com a Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD).

Para a autarquia, esta conjugação de esforços constitui também uma mais-valia para a manutenção da segurança pública, proteção de pessoas e bens, prevenção de condutas criminosas e desviantes, sendo o garante da mobilidade urbana e da segurança rodoviária.

O autarca referiu ainda que este é um projeto "com um objetivo de continuidade", e que é desejo da autarquia alargar a implementação da videovigilância a pessoas e bens nas instalações municipais, baixa comercial e zonas de animação noturna da cidade.

Segundo o vereador, esta segunda fase do projeto vai depender "em muito" da resposta da CNPD, cujo nível de certificação nestas áreas "é, como se sabe, bastante restritivo".

O protocolo entre a autarquia e a PSP é assinado hoje durante a cerimónia que assinala o 83º aniversário do Comando Distrital da PSP.

Lusa
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