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Este fundo é destinado às “famílias que, devido à crise económica atual e ao aumento do desemprego, se encontram em situação de precariedade”, apoiando com alimentação, medicamentos, aquisição de meios complementares de diagnóstico e pagamento de dívidas de eletricidade e gás.

O ‘FOLHA DO DOMINGO’ informa os munícipes mais carenciados de Lagoa (cujos rendimentos mensais per capita sejam inferiores a 195,40 euros) – e interessados em receber apoio do FES, que poderão contactar uma das instituições promotoras da sua área de residência ou a própria Câmara Municipal de Lagoa, onde serão atendidos na hora por uma técnica da unidade de ação social.

Segundo José Inácio Marques Eduardo, presidente da Câmara Municipal de Lagoa, “todos os munícipes [cujo FES não lhes seja atribuído] são encaminhados para outras respostas que se enquadrem no seu perfil, como por exemplo o Programa Municipal de Apoio ao Arrendamento, onde poderão obter um subsídio para o pagamento da renda da casa ou o Gabinete de Inserção Profissional, onde poderão receber aconselhamento profissional em caso de desemprego, providenciando-se, assim, uma resposta integrada que tem como ponto de partida a complexidade dos fenómenos sociais, a especificidade e expectativas de cada agregado familiar.”

A câmara conta com a parceria de 9 instituições do concelho: ACD Che Lagoense, ADR Quinta de S. Pedro, Associação dos Amigos para o Desenvolvimento da Mexilhoeira da Carregação, Centro Paroquial de Estombar, Santa Casa da Misericórdia de Estombar, Centro Popular de Lagoa, Centro de Apoio Social de Porches, Centro de Apoio Social de Carvoeiro e Centro de Apoio a Idosos de Ferragudo.

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