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Foto © Samuel Mendonça
Foto © Samuel Mendonça

A Câmara de Monchique atribuiu ontem um voto de louvor ao cónego Joaquim Nunes pelos 25 anos da sua ordenação sacerdotal, celebrados na passada quinta-feira.

Em nota enviada aos órgãos de comunicação social, a autarquia explica que a atribuição foi aprovada por unanimidade, em reunião do executivo realizada a 17 de maio, “pela forma como tem exercido o seu ministério sacerdotal de forma empenhada, dedicada, apaixonada e com um verdadeiro espírito de entrega a Jesus Cristo e à Igreja no Algarve, como formador de novos padres, no acompanhamento e assistência a vários movimentos da igreja, como pároco e chanceler diocesano”.

O documento acrescenta que o voto, proposto pelo presidente da Câmara Municipal, Rui André, destaca o papel do sacerdote, natural de Monchique, na comunidade cristã e em especial no Algarve, “cuja ação é reconhecida pelos seus pares bem como por ter levado o nome do concelho de Monchique além-fronteiras, com uma entrega total ao próximo”.

A nota refere ainda o papel de Monchique como “verdadeiro ‘viveiro’ de padres que se entregam a tão nobre missão ao serviço da Fé”.

O presidente da autarquia entregou o voto no jantar comemorativo, realizado na quinta-feira no Seminário de Faro, após a eucaristia de celebração das bodas de prata sacerdotais na Sé de Faro.

Na ocasião, Rui André considerou que o cónego Joaquim Nunes “optou por fazer da sua vida uma partilha constante com os outros, ajudando-os a crescer na vida cristã e, acima de tudo, também a serem melhores pessoas, melhores homens e mulheres”. “Por isso, não fazia sentido que o Município de Monchique não se associasse a este momento, atribuindo-lhe aquela que é a distinção máxima que podemos fazer, a atribuição de um voto de louvor, mas acima de tudo de reconhecimento para o caminho difícil que tem feito”, afirmou.

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