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O protocolo, que foi celebrado com a Autoridade Nacional de Proteção Civil, terá custado à câmara mais de 16 mil euros, para assegurar o pagamento de 19 euros diários a cada membro da equipa de reforço, enquanto que a ANPC se encarregará dos restantes 41 euros (cada homem receberá 60 euros).

O dispositivo será assegurado de 1 a 30 de junho, com “uma equipa com a guarnição de cinco bombeiros e de um operador de telecomunicações (OPTEL) para o Centro de Meios Aéreos de Cachopo”, segundo a câmara de Tavira. A autarquia precisou, também, que, entre 1 de julho e 30 de setembro, o DECIF contará com “um grupo com o reforço de cinco bombeiros, uma equipa logística com o acompanhamento de dois bombeiros e de um OPTEL”.

Rúben Oliveira com Lusa
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