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Segundo a autarquia, a denúncia partiu de um cidadão anónimo e foi posteriormente confirmada por técnicos camarários e comunicada à EDP, que confirmou a ilegalidade e cortou de imediato a corrente.

A ligação ao quadro geral do prédio municipal terá sido feita pelo proprietário de uma arrecadação, com um negócio de lavagem de roupa e passagem a ferro, explica a Câmara Municipal de Faro em comunicado.

“A autarquia não pode consentir ilegalidades deste género e tão pouco pode suportar os encargos financeiros daqui resultantes”, afirma a Câmara de Faro.

Para a autarquia, o comportamento do proprietário revela “falta de civismo e responsabilidade” e considera-o “uma injustiça para a autarquia e restantes munícipes, além de ser uma ilegalidade grave que deverá ser punida de acordo com a lei”.

Lusa
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