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O projeto, aprovado na reunião do Executivo, na quarta-feira, destina-se aos residentes do concelho, beneficiários de apoios sociais, reformados, pensionistas, com rendimento igual ou inferior ao salário mínimo e a famílias com cinco ou mais elementos.

As parcelas de terreno serão cedidas a título gratuito e por um prazo definido, cabendo aos utilizadores o pagamento dos consumos de energia elétrica e de água.

Em declarações à Agência Lusa, o presidente da Câmara de Lagos apontou a iniciativa como “um auxiliar no decréscimo das despesas das famílias com a alimentação, ao mesmo tempo que pretende proporcionar o gosto pela terra e a vontade de produzir alimentos saudáveis”.

Segundo Júlio Barroso, o projeto das hortas urbanas “não é novo”, mas só agora é que foi possível avançar para a sua concretização: “Insere-se no projeto agricultura biológica para todos, do qual fazem parte mercados e formação sobre agricultura biológica”.

O autarca espera que as hortas urbanas sociais “desenvolvam” hábitos alimentares saudáveis e “sensibilizem ambiental e socialmente a comunidade, ajudando a requalificar espaços camarários que estão de certa forma abandonados”.

A Câmara Municipal disponibilizará aos beneficiários das hortas urbanas sociais uma ação de formação em agricultura biológica e os recursos e equipamentos necessários à iniciação da atividade.

A data para a apresentação das candidaturas às parcelas de terrenos para a criação das hortas urbanas sociais ainda não foi definida.

Lusa

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