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Segundo precisa o IPIMAR, a proibição deve-se à “presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas [ASP e DSP] ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentados”, que podem causar amnésia e diarreia.

A presença da toxina ASP foi detetada em todas aquelas zonas, enquanto que a toxina DSP apenas foi detetada na zona litoral entre Olhão e Faro, e entre Vila Real de Santo António e Tavira.

Rúben Oliveira com Lusa
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