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Carlos Oliveira, em declarações à agência Lusa, sustentou a sua afirmação com recurso aos números do mês passado. “Dos 190 atendimentos feitos, 148 foram novos, o que mostra bem que há cada vez mais pessoas em dificuldade”, afirmou o responsável.

Carlos Oliveira afirmou ainda que, ao longo do ano transato, “houve um crescendo” do número de pedidos de apoio no refeitório social, “havendo neste momento uma lista de espera de 15 pessoas” que aguardam por uma vaga para beneficiar da assistência alimentar.

“Estão à espera que surja uma vaga, ou porque alguém deixou de aparecer, ou porque as pessoas deixam de precisar do apoio. Mas estes últimos casos são apenas residuais, porque ao longo de um ano só aconteceram dois”, precisou Carlos Oliveira.

Aquele responsável frisou que as pessoas assistidas “que não aparecerem quatro vezes deixam de contar com esse apoio” e que é política da instituição “não deixar muito tempo as pessoas em lista de espera”.

O refeitório social da Cáritas Diocesana de Algarve, em Faro, que serve jantares às terças e quartas-feiras, no edifício sede da instituição, foi criado em 08 de fevereiro de 2011 e preparado para servir 40 refeições, mas ao longo do seu primeiro ano de funcionamento apareceram sempre mais pessoas do que o previsto.

O fornecimento das refeições é assegurado pela organização da Igreja Católica, em articulação com outras instituições da cidade, como a Paróquia de São Pedro de Faro, a CASA – Centro de Apoio aos Sem-abrigo e a Santa Casa da Misericórdia, que disponibilizam refeições noutros dias da semana.

Redação com Lusa
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