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A recolha, que decorreu nos passados dias 2 e 3 deste mês, rendeu 1.773 quilos de bens alimentícios e realizou-se, segundo aquela instituição da Igreja Católica, para fazer face à falta daqueles géneros que acabaram em dezembro do ano passado. “Vamos continuar a minimizar a fome das pessoas. No máximo, teremos agora alimentos para ajudar durante dois meses”, explicou ao Folha do Domingo Carlos Oliveira, presidente da Caritas algarvia.

Na mesma semana, a Caritas levou a cabo a realização do peditório público que, no Algarve, contou, uma vez mais, com a participação do efetivo do Corpo Nacional de Escutas. A coleta, realizada por todo o Algarve e que constitui uma das principais fontes de angariação de fundos para apoio aos mais necessitados, rendeu este ano 5.135 euros. O ano passado, o montante angariado no Algarve foi de 4.878 euros e em 2011 o peditório rendera 3.065 euros, menos 45% do que em 2010, quando se cifrara em 5.551 euros.

Samuel Mendonça

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