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Num país com “tantas carências teremos que reconhecer com muita humildade que não poderemos ser tão solidários como desejaríamos nestas circunstâncias”. Ao nível das ajudas nestas catástrofes, a Caritas Portuguesa prossegue com “o mesmo vigor o apoio ao Haiti (um país estruturalmente muito mais pobre que o Chile)” e “temos também o caso da Madeira, que não nossos concidadãos e na solidariedade é nos pedido que sejamos sempre solidários com quem está mais próximo” – frisou Eugénio da Fonseca.

Em relação à tragédia do Chile, “não podemos dizer só palavras de conforto ao povo do Chile, apesar do esforço que temos que fazer – os nossos recursos são escassos – vamos dar 50 mil euros”.

D. Carlos Azevedo, presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social, disse à Agência ECCLESIA que “temos de encontra formas globais de ajuda”. E apela para que “a globalização não seja apenas para os sucessos económicos, mas seja também para a vida solidária”. E conclui: “Devemos ajudar-nos uns aos outros neste infeliz multiplicar de situações que obrigam à solidariedade”.

Ecclesia

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