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A marcha, teve início pelas 9h00 em vários pontos do Sotavento algarvio, terminando mais de três horas depois, com a concentração dos participantes junto ao parque Aquashow, no concelho de Loulé. "Trata-se de mais uma ação simbólica de protesto contra a cobrança de portagens na A22", destacou João Vasconcelos, um dos elementos da comissão de Utentes da Via do Infante.

João Vasconcelos atribuiu a fraca adesão de participantes “às condições atmosféricas, com a chuva e vento fortes”. “Não foi a adesão esperada, mas ainda assim foi significativa e demonstrativa do descontentamento das pessoas em relação à cobrança de portagens”, enfatizou aquele responsável do movimento cívico.

João Vasconcelos disse ainda que estão previstas outras ações de protesto, entre as quais "uma marcha lenta automóvel" na Ponte Internacional do Guadiana, no próximo mês de junho."Estamos a organizar em conjunto com algumas organizações espanholas uma marcha onde esperamos reunir milhares de pessoas dos dois países", observou.

O dirigente do movimento cívico lembrou que "a cobrança de portagens na Via do Infante apenas serve para prejudicar a economia do Algarve, região que regista a taxa mais alta de desemprego do país".

"É uma imposição que tem prejudicado seriamente a sustentabilidade da economia do Algarve, levando ao fecho de muitas empresas, já de si penalizadas pela crise que o país atravessa", sublinhou.

Liliana Lourencinho com Lusa

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