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A reeleição do chefe regional do CNE consumou-se após ter conseguido reunir 139 votos dos 156 votantes que exerceram o seu direito de voto, uma vez que, para a lista concorrente ser eleita, teria de haver uma maioria absoluta dos votos, ou seja, 50 por cento mais um voto dos colocados na urna.

Daquele total de dirigentes e caminheiros (elementos dos 18 aos 22 anos) votantes, apenas 12 votaram desfavoravelmente à eleição desta Junta Regional, contando-se ainda cinco votos em branco.

Responsável e formador do CNE, o chefe José João Cercas já fez parte de várias Juntas Regionais do Algarve daquele movimento fundado por Baden Powell.

Para além do chefe regional eleito, a futura Junta Regional do Algarve do CNE, que deverá tomar posse no próximo dia 6 de abril, em Silves, será constituída ainda por Maria José Leote, chefe regional adjunta, por Rosalinda Lourenço, Francisco Brás, Lúcia Ramalho e Manuel Bastos, todos secretários regionais.

No Algarve, o CNE conta atualmente com quase 2200 efetivos repartidos pelos dois ramos – terreste (o mais numeroso) e marítimo. Ambos os ramos organizam-se em quatro secções, o primeiro composto por Lobitos (6 aos 10 anos), Exploradores (10 aos 14 anos), Pioneiros (14 aos 18 anos) e Caminheiros (18 aos 22 anos) e o segundo por Lobitos (6 aos 10 anos), Moços (10 aos 14 anos), Marinheiros (14 aos 18 anos) e Companheiros (18 aos 22 anos).

Samuel Mendonça

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