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O padre Carlos César Chantre garante que o colégio “acolhe alunos que não poderiam entrar noutra [escola] privada”, uma vez que “têm carências”. O sacerdote explica que esses são estudantes de “famílias que têm mensalidade reduzida ou têm apoios do colégio para a sua sobrevivência”.

Por isso, aquele responsável considera que aquele colégio “é um privado especial, quase semi-público, porque é uma escola católica que não tem como objectivo o lucro, mas o crescimento integral dos seus alunos”. “Temos também uma acção social dentro do colégio na medida em que isto é um colégio católico”, sublinha.

Samuel Mendonça

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