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"Porque é que os estudos árabes ainda são considerados menores no nosso país?" ou "porque não há maneira de termos uma formação académica aprofundada e sistemática nesta área?" são algumas das questões que a presidente da direção do Centro de Estudos Luso-Árabes de Silves (CELAS), Ana Maria Mira, gostaria de ver respondidas ao longo do colóquio.

O programa divide-se em três apresentações: ‘Arabismo em Portugal: 500 anos de uma temática nunca esquecida’, por António Rei, ‘O Arabismo português e a escola orientalista europeia’, por Mostafa Zekri, e ‘Alandalus, 1300 anos – Novas polémicas de interpretação histórica’, por Adalberto Alves.

Durante o colóquio vai ainda ser lançado o livro ‘Gharb Al-Andalus’, uma compilação de textos dispersos do arabista Garcia Domingues.

"Este é o primeiro volume de textos do doutor Garcia Domingues, que se encontravam dispersos e esquecidos, apesar da sua pertinência e atualidade científicas, e que o CELAS tem vindo a recolher para publicação", explicou à Lusa a responsável.

O colóquio tem início às 14:30, no Auditório do Instituto Superior Jean Piaget, em Silves, e conta com os apoios da Direção Regional de Cultura do Algarve, da Junta de Freguesia de Silves e da Associação de Estudos e Defesa do Património Histórico-Cultural de Silves.

Lusa

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