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Segundo a mesma fonte, o incêndio progride com grande intensidade, aproximando-se da aldeia de Cachopo, onde existe um posto de combustível, uma situação de "risco acrescido", mas que está, por enquanto, controlada.

Segundo o comandante operacional distrital, Abel Gomes, o fogo continua a lavrar em quatro frentes, duas com grande intensidade, mobilizando às 13:00 um total de 416 operacionais, 361 dos quais bombeiros, com o apoio de 115 veículos.

No combate às chamas estão ainda quatro aviões bombardeiros portugueses e três helicópteros, aguardando-se a chegada de mais um avião, vindo de Espanha.

"Não está nada fácil dominar as chamas, mesmo com os meios aéreos, que ajudam ao combate mas não extinguem os incêndios", desabafou Abel Gomes, no posto de comando montado em Cachopo.

A Estrada Nacional (EN) 124 mantém-se cortada entre a Feiteira e Cachopo, por motivos de segurança.

Devido ao incêndio, as autoridades declararam estado especial de alerta, que passou para nível laranja, no distrito de Faro.

O presidente da Câmara de Tavira foi aconselhado a decretar a situação de alerta para o município, de forma a reunir a comissão de Proteção Civil, que deverá ponderar a implementação do plano municipal de emergência.

Durante a noite, cerca de 40 pessoas tiveram de ser retiradas das suas casas por precaução, mas os bombeiros têm conseguido evitar a destruição de habitações pelo fogo.

O incêndio deflagrou cerca das 14:00 de quarta-feira, em Catraia, na freguesia serrana de Cachopo, mantendo-se ativo há 24 horas.

Os bombeiros do Algarve foram reforçados com equipas de Beja, Évora e Setúbal, a que se juntaram cinco pelotões militares.

Lusa

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