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A empresa Grounforce “prepara-se para despedir mais de 300 trabalhadores em Faro com o pretexto de o mercado estar ocupado por outras empresas concorrentes”, mas o secretariado da Direcção da Organização Regional do Algarve (DORAL) do PCP exige “uma intervenção urgente que trave tal desenvolvimento”, lê-se num comunicado de imprensa.

O secretariado da DORAL manifestou “solidariedade a todos os trabalhadores” e incitou os funcionários a reforçarem a “coesão” e a “luta pelos seus direitos legítimos”, nomeadamente o direito ao trabalho, participando na greve geral marcada para 24 de novembro.

A empresa de handling (que assiste companhias aéreas em terra), detida a 100 por cento pela transportadora aérea estatal TAP –, tem uma base no Aeroporto Internacional de Faro e emprega 336 funcionários.

Segundo o presidente do Sindicato dos Técnicos de Handling dos Aeroportos, André Teives, “todos os trabalhadores da base de Faro estão efetivos nos quadros da empresa”, têm entre “10 a 20 anos de casa” e estão a meio da vida ativa, com uma média de idades “situada nos 40 anos”.

O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações já veio lamentar hoje os despedimentos na empresa de assistência em terra em aviões Groundforce, afirmando que este tipo de situações deve ser encarado no âmbito de processos de reestruturação.

Lusa

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