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A curiosidade em relação às novas funcionalidades e qualidade acústica do espaço, mas sobretudo a figura conceituada de Mário Laginha, nome prestigiado da música nacional, levou a um grande interesse por parte do público.

Neste momento musical, o pianista Mário Laginha faz-se acompanhar por Bernardo Moreira, no contrabaixo, e Alexandre Frazão, na bateria, num trabalho concebido para assinalar o bicentenário do nascimento de Frédéric Chopin (1810-49).

Uma nova roupagem ao universo de Chopin, em que o jazz aparece fundamentalmente na mudança de compassos e tempos, mas mantendo reconhecível a matriz clássica, foram os principais traços de “Mongrel”. “Nunca me abstive de alterar aquilo que me pareceu necessário para aproximar a música de Chopin do meu universo musical”, explica Mário Laginha em relação a este trabalho.

No final do espectáculo, Mário Laginha e os músicos que o acompanharam salientaram a boa acústica da nova sala e a beleza do espaço. “É sempre um prazer vir tocar aquilo”, afirmou o pianista que tem raízes em Loulé.

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