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“Atropelei um sofá e só não me magoei a sério por milagre”, declarou à Lusa a condutora Amélia Fernandes, adiantando que o acidente ocorreu cerca das 23:00 de domingo, ao quilómetro 44.3, na zona de Algoz, quando se deslocava de Portimão para o Aeroporto de Faro.

Segundo a condutora, um carro que ultrapassou o seu a “alta velocidade” e de imediato ligou os ‘quatro piscas’ para a avisar de algo que estava a acontecer na estrada.

Amélia Fernandes ainda abrandou a sua viatura, mas como a “Via Infante não está devidamente iluminada” passou por cima do sofá cambalhota, que estava no meio da faixa de rodagem do lado direito da estrada.

De seguida, Amélia Fernandes encostou o carro na berma, altura em que se apercebeu de que tinha ficado com a ‘cambalhota’ de esponja debaixo do carro.

“Telefonei para o 112 e disseram-me que outras pessoas já tinham avisado da existência de um sofá na A22 e que já tinham enviado uma equipa de ajuda para o local”, referiu, criticando o facto de a ajuda só ter chegado 10 minutos depois do seu pedido, quando já tinham conhecimento da situação há mais tempo.

Apesar de não se ter ferido, Amélia Fernandes adiantou à Lusa que formalizou uma queixa no posto da GNR de Silves a questionar quem é que se ia responsabilizar pelos danos materiais causados na sua viatura.

Lusa

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