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O comunicado, divulgado esta tarde por aquele órgão consultivo da Diocese do Algarve, explica D. Manuel Quintas “propôs que se rezasse, no próximo dia 8 de Dezembro e no domingo seguinte (dia 12), em todas as Eucaristias, pelo descanso eterno do Senhor D. Júlio, agradecendo a Deus toda a sua missão de pastor exercida com infatigável sabedoria e dedicação”.

D. Júlio Tavares Rebimbas, que foi também auxiliar do Patriarca de Lisboa, primeiro prelado de Viana do Castelo e arcebispo-bispo do Porto, morreu ontem, aos 88 anos de idade, na Casa de Saúde da Boavista (Porto).

A Catedral do Porto acolheu esta terça-feira, pelas 14h30, a celebração das suas exéquias. No final da celebração o cortejo fúnebre rumou ao Bunheiro, Murtosa (Aveiro), terra natal do prelado, onde foi sepultado em jazigo de família.

O Papa Bento XVI enviou à diocese do Porto uma mensagem de condolências por ocasião da morte de D. Júlio Tavares Rebimbas, que lembrou como um “fiel e zeloso servidor da Igreja”.

O texto, publicado pela página oficial da diocese, foi enviado a D. Manuel Clemente, através do Secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone.

O Papa manifesta “sentidas condolências aos familiares e a quantos beneficiaram do seu serviço pastoral, e assegurar que se une espiritualmente a todos para confiar ao Amor eterno do Pai Celeste fiel e zeloso servidor da Igreja que modelou a sua vida e ministério pela figura do Bom Pastor dando vida pelo rebanho”.

“Para conforto de todos, o Santo Padre concede à Diocese do Porto extensiva a quantos tomarem parte na celebração exequial sua bênção apostólica”, conclui a mensagem.

Também o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, em mensagem divulgada no site da presidência, fala numa “figura marcante da Igreja Católica portuguesa”, um “prelado que se destacou pela sua grande sabedoria e por notáveis qualidades de pastor”.

Redacção com Ecclesia

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