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“Os presentes são uma oferta Pelcor e é uma forma de promover a marca portuguesa e a cortiça algarvia a nível internacional”, declarou Sandra Correia, proprietária da empresa Pelcor, que tem sede em São Brás de Alportel, garantindo que “o Governo não teve custos com as lembranças”.

Em declarações à agência Lusa, Sandra Correia explicou que “todos os chefes de Estado e de Governo vão receber gravatas em pele de cortiça, dentro de um copo concebido para o efeito e gravado com o escudo português”.

As chefes de Estado, como Angela Merkel (Alemanha), e outras responsáveis políticas vão receber, por seu lado, a “Summit Bag”, malas da Pelcor em forma de baú, “concebidas exclusivamente para as líderes mundiais, numa edição limitada de oito unidades”, sendo o interior forrado com as cores da bandeira portuguesa e marcado com o escudo português”, adiantou Sandra Correia.

O presidente dos EUA, Barack Obama, vai receber, além da gravata, um guarda-chuva de cortiça e uma coleira para o seu cão d’água, uma raça portuguesa.

Uma coleira e uma trela com brilhantes swarosky foram concebidas especialmente para o "Bo", que terá o escudo português, um “P” de Pelcor e o nome gravados, explicou a mentora da ideia.

Com estas ofertas, a proprietária da Pelcor pretende demonstrar que é possível fazer quase tudo em cortiça, contribuindo para a “sustentabilidade do sector industrial português, para a floresta portuguesa e para a notoriedade do país”.

Produtos de design luxuosos concebidos a partir da casca de sobreiro como chapéus de chuva, bolsas de cosmética, relógios de pulso, aventais, malas a tiracolo, sacos de compras, bolsas para moedas, carteiras para homem e para cartões de visita são alguns dos objetos amigos do ambiente que estiveram expostos recentemente no Museu de Arte Moderna (MoMA) em Nova Iorque e em Tóquio.

O negócio corticeiro da família Correia começou em 1935, no centro do Algarve, região considerada o berço da melhor cortiça do mundo.

A NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte) foi fundada em 4 de abril de 1949 na sequência da assinatura em Washington do Tratado do Atlântico Norte.

A aliança militar dos países ocidentais, numa Europa dividida por diferenças políticas e ideológicas, pretendia contrariar o “perigo do expansionismo" da então União Soviética.

Lusa

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