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D. Manuel Quintas considerou que, se o Crisma ou Confirmação é um sacramento que completa a iniciação cristã, não é facultativo. “É para todos e, enquanto não formos crismados, ainda não completámos essa iniciação cristã”, salientou o Bispo diocesano em Moncarapacho, considerando que “ser crismado é um direito para quem está batizado ” e não “uma condescendência do bispo ou do pároco”.

O prelado lembrou que, para a Igreja, os sacramentos de iniciação cristã são o Batismo , o Crisma e a Eucaristia e que “podem receber-se todos na mesma celebração, sobretudo quando se trata de um adulto, porque exprimem a unidade que há entre eles”. “Se só recebemos o Batismo e a Comunhão e não o Crisma, ainda não estamos verdadeiramente iniciados na nossa fé, mesmo que saibamos muito sobre Cristo e a doutrina da Igreja. Mesmo que rezemos muito e participemos na Eucaristia ainda não somos verdadeiramente iniciados na fé porque nos falta a presença e a ação do Espírito Santo”, complementou na Fuseta.

Em Moncarapacho, o prelado considerou a celebração de administração do sacramento “uma exortação a todos aqueles que ainda não foram crismados”. “É importante constituir estes grupos de aprofundamento da fé como preparação do sacramento do Crisma”, apelou. “Gostaria de vir aqui brevemente crismar outra vez, sem esperar tantos anos”, concluiu.

Samuel Mendonça 

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