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A noite ficou marcada pelo apelo à qualidade que, segundo um comunicado enviado pela associação, “passa pela sua certificação e pela implementação de programas de controlo da qualidade”. “O passo da certificação deve ser alargado a todos os produtos regionais, desde os vinhos até ao mel, passando pelos frutos secos ou a batata-doce”, explica ainda.

Salientou-se, ainda, a importância da divulgação – é “quase uma obrigação que os atos públicos sejam uma montra para estes produtos”, e das parcerias – “a importância de cruzar o conhecimento emanado das universidades do Algarve com o conhecimento prático daqueles que, diariamente, criam os produtos da nossa terra.”

Os participantes chegaram à conclusão que o “futuro desta indústria passa pela criatividade, empreendedorismo e cooperação.”

À mesa da discussão sentaram-se Ludovina Galego, da Universidade do Algarve, Carlos Gracias, da Comissão Vitivinícola do Algarve, Nuno Gonçalves, representante da Quinta dos Avós – Algoz, João Ministro, do Projeto Querença, a historiadora Carla Vieira, José Paulo Duarte Nunes, da Confraria do Medronho – “Os Monchiqueiros”, e a doceira algarvia Cremilde Paias Andrez. A orientação e moderação do debate esteve a cargo de Ana Bernardino Vieira e de Nuno Silva.

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