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Em comunicado, o SEF adianta que os imigrantes, que vinham ao país apenas para obter autorizações de residência, eram legalizados através de empresas fictícias de construção civil criadas pela rede.

A operação do SEF, que resultou na constituição de um arguido de nacionalidade portuguesa, foi executada através do cumprimento de dois mandados de busca e apreensão domiciliária no concelho de Loulé.

Segundo o SEF, os imigrantes transferiam mensalmente dinheiro para o pagamento de contribuições à Segurança Social, as quantias ficavam na posse do cabecilha da rede e nunca chegavam a ser entregues ao Estado português.

Em causa estão os crimes de auxílio à imigração ilegal, falsificação de documentos, burla qualificada e abuso de confiança.

De acordo com o SEF, foram apreendidas durante a operação centenas de documentos que constituem prova de todos os factos da atividade criminosa.

Em maio o SEF já tinha desmantelado uma rede de auxílio à imigração ilegal em Albufeira, constituindo cinco arguidos.

Aquela rede, com origem na Holanda, tinha também como objetivo a legalização em Portugal de imigrantes ilegais residentes naquele país.

Lusa

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