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Vivendo o imaginário e a temática da reconquista cristã do castelo de Al-Jeçur aos mouros, participaram nesta actividade cerca de 50 dirigentes escutistas.

A comemoração do Dia D começou no dia 18 com a oração da manhã, à qual se seguiu uma visita ao mercado local de produtos biológicos. Nessa mesma tarde, foi proporcionada aos dirigentes uma visita guiada aos lugares mais belos do concelho de Aljezur (monumentos, museus e paisagens da Costa Vicentina) a que se seguiu a reconstituição histórica, realizada pelos participantes, da tomada do castelo aos mouros.

Nessa noite, teve lugar o fogo de concelho onde se apresentaram momentos cómicos e outros sérios relacionados com a vivência do dia. Aberto o fogo de conselho, o assistente regional, padre António de Freitas, afirmou que “estes encontros entre dirigentes são vitais; é certo que o centro da nossa missão são os miúdos, mas entre nós é preciso recriar a amizade, tantas vezes esquecida; como é belo e reconfortante vivermos a amizade, a fraternidade e a alegria, evidenciando ao mundo que somos muito felizes por sermos escuteiros católicos”, acrescentando ainda que “há que ultrapassar as quezílias e abraçar com sinceridade o ideal cristão e escutista, ou seja, vivermos como verdadeiros irmãos que se amam e estimam: este é o melhor testemunho que podemos dar aos miúdos e ao mundo”.

O fogo de conselho foi aberto à população local que se manifestou “muito contente por este convite, pois ficámos a conhecer uma outra faceta dos chefes: gente responsável mas também alegre e feliz”, chegando mesmo a realçar que “este tipo de acontecimentos devia repetir-se mais vezes”.

No dia seguinte, teve lugar uma ida à praia da Amoreira, relembrando um aspecto cultural e histórico daquela zona dos banhos sagrados/santos, e às 12 horas a celebração da Eucaristia com toda a comunidade cristã de Aljezur, presidida pelo pároco padre José Joaquim Campôa, também membro da família escutista.

A respeito da actividade, a Junta Regional diz que “tudo será feito para que estas actividades se repitam e, sobretudo, possam ser mais participadas, pois a presença de mais dirigentes será sempre um enriquecimento para todos”, acrescentado ainda que “os encontros, o convívio e conversas entre dirigentes não se podem limitar às reuniões de trabalho ou outros momentos formais, mas que há necessidade de se partilhar, em actividades como estas, aquilo que somos e temos de um modo absolutamente espontâneo e natural, tal como aqui se viveu”.

A actividade terminou após o almoço com a canção do adeus, deixando aceso nos dirigentes presentes o desejo de mais actividades semelhantes onde possam conviver, partilhar e celebrar a fé juntos e de um modo mais descansado.

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