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Tendo como principais objetivos a partilha e o convívio entre os elementos adultos do escutismo católico, retemperando forças antes do início de um novo ano escutista, bem como a troca de saberes e experiências, a edição deste ano foi a mais participada de sempre, tendo contado com mais de cem participantes, cerca de um terço do efetivo regional, oriundos de dezoito agrupamentos.

Chegados à cidade cubista, os dirigentes embarcaram numa aventura cujo imaginário era a vivência do período da revolta olhanense contra os franceses, em 1808.

Os dirigentes algarvios participaram num jogo de cidade que teve como principal objetivo levá-los a um melhor conhecimento da realidade local, através de figuras típicas de Olhão.

Após um almoço partilhado entre todos os intervenientes, no Centro de Educação Ambiental de Marim, sede do Parque Natural da Ria Formosa, seguiu-se uma visita àquele espaço.

Posteriormente, os dirigentes rumaram à igreja matriz de Olhão para participarem na Eucaristia presidida pelo pároco local que se congratulou com a presença de um número tão significativo de chefes escutas. O padre Luís Gonzaga enalteceu o papel do CNE como maior movimento juvenil em Portugal e, por conseguinte, da Igreja portuguesa, felicitando os dirigentes pela sua entrega a mais de 2000 crianças e jovens integrados, a nível regional, no movimento.

Ponto alto da atividade foi também o Fogo de Conselho, o grande momento de festa de qualquer atividade escutista, vivido sob a bandeira da luta das gentes de Olhão contra o invasor francês. Terminado o mesmo, o assistente regional do CNE, padre António de Freitas, manifestou a sua alegria pela presença de tantos dirigentes.

O sacerdote pediu ainda ao efetivo dirigente que tivesse em especial cuidado a promoção de ações de voluntariado que visem o atenuar das consequências da crise económica que afetam, também, muitos membros do CNE, informando de algumas ações locais e outras em preparação pela Junta Regional.

Já no domingo, os participantes tiveram a oportunidade de partir à descoberta das ilhas barreira da Ria Formosa. Esta visita guiada teve como grandes momentos a subida ao Farol do Cabo de Santa Maria, no ponto mais ao sul de Portugal continental, e o almoço-convívio, preparado para todos os participantes pelo agrupamento anfitrião, na Ilha da Culatra.

A Junta Regional do Algarve considerou que a iniciativa, que decorreu de forma “bastante satisfatória”, foi uma “excelente ocasião para retemperar as forças do efetivo dirigente”.

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