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O cardeal Miguel Ángel Ayuso, presidente do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso (Santa Sé), defendeu ontem, em conferência com o clero das dioceses do Sul de Portugal, que este diálogo “não é opcional”.

“O diálogo inter-religioso não é algo opcional hoje, mas uma necessidade vital, da qual depende em grande parte nosso futuro e não pode ser compreendido se não estiver inserido no longo caminho das relações inter-religiosas da Igreja Católica”, assinalou o colaborador do Papa, na abertura das Jornadas de Atualização do Clero das Dioceses do Sul (Évora, Beja e Algarve), que acontecem pela primeira vez em versão online.

O especialista abordou documentos do magistério católico, nas últimas décadas, e o atual pontificado, propondo um diálogo inter-religioso “ao serviço da humanidade”.

“No mundo de hoje, tragicamente marcado pelo esquecimento de Deus ou pelo abuso que se faz de seu nome, é necessário que todos os homens de religião se conheçam melhor para que se possam estimar, respeitar, amar e abrir-se cada vez mais ao diálogo para defender e promover a paz e a justiça, a dignidade humana e a proteção do meio ambiente”, apontou o cardeal espanhol.

O presidente do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso passou em revista as mudanças provocadas pelo Concílio Vaticano II (1962-1965), no reconhecimento das diferenças e no compromisso comum “para o estabelecimento da paz, que é um bem indispensável para todos e um desejo de cada ser humano”.

“A Igreja Católica está ciente do valor de promover a amizade e o respeito entre homens e mulheres de diferentes tradições religiosas. Compreendemos cada vez mais a sua importância”, apontou.

O cardeal Miguel Ángel Ayuso destacou que o pontificado do Papa Francisco tem sido “uma exortação a construir pontes e não muros, a olhar com misericórdia para a vida dos outros”.

O presidente do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso passou em revista as mudanças provocadas pelo Concílio Vaticano II (1962-1965), no reconhecimento das diferenças e no compromisso comum “para o estabelecimento da paz, que é um bem indispensável para todos e um desejo de cada ser humano”.

“A Igreja Católica está ciente do valor de promover a amizade e o respeito entre homens e mulheres de diferentes tradições religiosas. Compreendemos cada vez mais a sua importância”, apontou.

O cardeal Miguel Ángel Ayuso destacou que o pontificado do Papa Francisco tem sido “uma exortação a construir pontes e não muros, a olhar com misericórdia para a vida dos outros”.

Agência Ecclesia

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