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O metropolita da Província Eclesiástica de Évora, a que pertencem as três dioceses do sul de Portugal, (Algarve, Beja e Évora,) será o seu representante na peregrinação aniversária de 12 e 13 de maio em Fátima.

D. Francisco Senra Coelho enviou, por isso, uma mensagem ao bispo do Algarve, realçando que terá presente as três dioceses. “A todos levarei no meu coração e na minha oração”, garante na missiva à qual Folha do Domingo teve acesso.

“Terei comigo todas e cada família, com os seus casais, idosos, jovens e crianças, estando sempre em primeiro lugar os doentes e os que vivem a provação, pela míngua de recursos para «o pão nosso de cada dia»”, começa por escrever o arcebispo de Évora, acrescentando que intercederá “por todos os profissionais da saúde, todos os que socorrem, entre os quais os «Soldados da Paz»; os que cuidam dos idosos, doentes e pessoas com deficiência, prestando-lhe toda a assistência e apoio incluindo social, psicológico e espiritual”. “Assim, lá estarão os nossos Hospitais, Centros de Saúde, Clínicas, Serviços de Cuidados Continuados e outros serviços de saúde”, sustenta.

D. Francisco Senra Coelho refere ainda que também “as novas gerações serão colocadas aos pés de Maria para que Ela as guarde e não permita que nada nem ninguém lhe roube a Esperança” e que “serão os Pastorinhos, Francisco e Jacinta Marto, testemunhas e garantes da consagração” dos “jovens, adolescentes e crianças”. “Que se juntem a nós os Pais, os Avós e Bisavós”, pede.

O representante da Província Eclesiástica de Évora adianta ainda que também “serão peregrinos de Fátima, neste contexto tão inesperado e diferente, devido à pandemia do Corona Vírus Covid-19, o Pré-Seminário e os Seminários, o Instituto Superior de Teologia, as Paróquias, as Ordens e Institutos Religiosos, os Consagrados e Consagradas, os Movimentos Eclesiais, as Associações de Fiéis, entre as quais as Irmandades das Santas Casas das Misericórdia e as Confrarias e Associações de Vida Cristã”.

D. Francisco Senra Coelho explica ainda que consigo em Fátima “estarão os Centros Sociais e Paroquiais e todas as obras socio-caritativas”, “as Escolas católicas com todas as outras, bem como as Universidades e Institutos Politécnicos”, “os meios de Comunicação Social da Igreja com todos os outros e com os Departamentos e Secretariados dedicados à vida pastoral”.

O arcebispo de Évora garante ainda que estará “unido aos pastores, Bispos e Presbíteros”, bem como a “Diáconos, Religiosos e leigos”.

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