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De acordo com uma nota emitida pelo Sindicato dos Professores da Zona Sul (SPZS), a educadora em causa não tem "qualquer experiência profissional" e em "condições normais de concurso estaria no final da lista de candidatos".

Representantes daquele sindicato aproveitaram hoje de manhã para expor o caso ao secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, à margem da inauguração de uma escola em Almancil, cerimónia a que presidiu.

A situação terá sido transmitida ao sindicato por outras educadoras alegadamente melhor posicionadas e que terão sido preteridas no concurso público.

Em declarações aos jornalistas, o diretor do Agrupamento de Escolas de Almancil, Rui Filipe, negou ter havido favorecimento na contratação da educadora e diz não ver fundamento na reclamação.

"É impossível falar em favorecimentos porque as escolas não têm favorecimentos a esse nível, o que nós temos são preocupações com o projeto educativo e com as crianças", afirmou, sublinhando que "não podem entrar todos".

Aquele responsável disse ainda que o agrupamento procurou cumprir com as obrigações legais da Administração Pública.

Lusa
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