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Docapesca garante que abatimento na Doca de Faro não oferece risco para pessoas e bens

O abatimento da calçada da zona ribeirinha a norte da Doca de Recreio de Faro, resultante de uma fissura na muralha de suporte, não representa riscos para pessoas e bens, afirmou ontem a Docapesca, responsável pela gestão da doca.

A avaliação realizada pela empresa no local após o abatimento da calçada, ocorrido a 26 de abril, aponta que “desde que respeitados os limites da área isolada, a ocorrência não apresenta qualquer risco para pessoas e bens”, refere o conselho de administração da Docapesca.

A empresa sublinha que está a ser desenvolvida uma solução, em articulação com empresas especializadas, para “repor as condições no local, o mais rapidamente possível e com os menores constrangimentos possíveis”.

Foto © Samuel Mendonça

O local já terá recebido a visita de duas empresas especializadas e, segundo a Docapesca, vai hoje ser alvo de nova visita. As explicações da empresa sobre a Doca de Recreio de Faro surgem após a Câmara Municipal de Faro ter vindo a público criticar a falta de trabalhos de manutenção na Doca da capital algarvia.

A Doca de Recreio de Faro está localizada em plena baixa da cidade algarvia, tem o jardim Manuel Bívar de um lado e a Ria Formosa do outro.

Foto © Samuel Mendonça

Com a época alta turística a começar, a autarquia quer que a Docapesca faça a limpeza e a manutenção da doca de recreio que alerta estar em situação de degradação contínua.

“Depois de, em novembro do ano transato e janeiro do corrente ano, já termos alertado essa entidade para estas situações, não compreendemos por que não começou já um plano de intervenção que salvaguarde esta zona nobre da cidade de Faro e que atualmente representa um espetáculo degradante para todos os farenses, um péssimo cartão-de-visita para os milhares de turistas que nos visitam e que afeta diariamente cerca de 500 famílias utentes da doca, por razões profissionais ou recreativas”, critica a Câmara numa carta enviada à Docapesca.

Foto © Samuel Mendonça

A autarquia conta que os mosaicos de impermeabilização estão a cair permitindo a infiltração perigosa da água no subsolo e a consequente instabilidade e que o leito da doca está assoreado, obstruído, provocando um cheiro “nauseabundo” durante a maré baixa.

A Docapesca sublinha que tem tido a “melhor cooperação com os municípios e intervenientes locais” e que já realizou trabalhos na doca, mais concretamente, no pontão exterior à doca.

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