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"Temos a lamentar duas mortes em praias não vigiadas. A primeira foi de um cidadão alemão, de 78 anos, que foi acometido de doença súbita dentro de água quando tomava banho numa zona não vigiada da Meia Praia, em Lagos", disse a fonte à Lusa.

O comandante Cruz Martins acrescentou que "a segunda morte foi de um holandês, que se afastou para fora da rebentação e foi encontrado posteriormente a boiar por surfistas, na praia de Vale de Figueiras, em Aljezur".

No caso da Meia Praia, Cruz Martins precisou que "a vítima foi inicialmente socorrida pelo nadador salvador de uma zona concessionada vizinha e depois pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), que ainda fez aterrar o helicóptero na praia, mas acabou por declarar o óbito no local".

Depois de contactado o Ministério Público, os bombeiros de Lagos transportaram o cadáver para o Instituto de Medicina Legal (IML) de Portimão, acrescentou.

No segundo caso, em Vale de Figueiras, "a vítima afastou-se a nado para fora da rebentação e quando voltou a ser detetado já estava a boiar", disse o comandante.

"Foi socorrida por surfistas, que a trouxeram para terra, e depois pelo INEM, mas o óbito também foi declarado no local e o corpo transportado pelo bombeiros de Aljezur para o IML de Portimão", precisou.

Cruz Martins voltou a alertar para o risco que os banhistas correm ao tomar banho em zonas não vigiadas.

"Apesar dos alertas, as pessoas continuam a ser imprudentes e a tomar banho em zonas não vigiadas", sublinhou.

Lusa

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