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Empresários algarvios exigem que Governo ponha ordem nas obras da EN 125

Obras_en125A maior associação de empresários hoteleiros e turísticos do Algarve pediu na segunda-feira ao Governo, “em nome do interesse público”, a paragem das obras na Estrada Nacional 125 (EN 125) e a suspensão das portagens na Via do Infante (A22).

A Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos de Algarve (AHETA), em nota de imprensa, “exige que o Governo, em nome do interesse público, ponha ordem na requalificação da EN 125, mandando parar as obras e suspendendo as portagens na Via do Infante”.

A associação afirma-se “surpreendida” por ter sido decidido, sem qualquer aviso prévio, o encerramento do troço mais movimentado da EN 125, entre Fontainhas e Maritenda, até meados de julho.

“Os empresários hoteleiros e turísticos e os algarvios merecem e exigem saber a verdade que envolve as obras na EN 125, uma vez que tudo tem sido decidido nas suas costas e à margem dos interesses regionais”, afirma a AHETA.

A requalificação da EN 125, foi anunciada em 2008 e incluía obras para acabar com o estacionamento nas bermas e a criação de cerca de 60 rotundas, mas foi sendo adiada e só arrancou definitivamente em 2015, numa versão mais curta e barata.

Em abril de 2009, foram adjudicadas à empresa Rotas do Algarve as obras de requalificação, beneficiação e exploração numa extensão de 118 quilómetros (entre Vila do Bispo e Faro) e a construção de variantes em Lagos, Troto e Faro.

A introdução de portagens na autoestrada em dezembro de 2011 veio aumentar a circulação automóvel na EN 125 e significou um crescimento da sinistralidade rodoviária.

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