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O tenente-coronel Azevedo Palhau, das relações públicas do Comando Distrital de Faro da GNR, explicou que só foi possível encontrar o corpo devido à experiência em mergulho forense dos militares envolvidos nas buscas marítimas.

“Ao meio da manhã foi detetado um indício, através de um sonar que estava a ser utilizado, e com base na exploração desse indício chegámos ao corpo”, disse o responsável.

Azevedo Palhau frisou ainda que foi preciso percorrer o terreno através de apalpação até chegar ao jovem, devido à “visibilidade nula”.

De acordo com a Autoridade Nacional de Proteção Civil, 31 pessoas, apoiadas por 9 meios técnicos, participaram nas buscas, que foram suspensas na segunda-feira ao início da noite, tendo sido retomadas ontem pela manhã.

Além do corpo de mergulhadores dos bombeiros, as operações no Arade envolveram os mergulhadores da equipa de investigação criminal da Unidade de Intervenção da GNR.

O acidente ocorreu às 16h15 de domingo, quando três jovens entre os 18 e os 21 anos, se divertiam com uma prancha, que se terá voltado num local bastante profundo. Dois dos rapazes conseguiram nadar até à margem da barragem, mas testemunhas no local disseram às autoridades que viram um deles a desaparecer na água.

Liliana Lourencinho com Lusa
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