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A iniciativa, que teve lugar na Casa de Retiros de São Lourenço do Palmeiral (freguesia de Pera ), teve como objetivo “reunir todos os convivas para partilhar experiências, fazer a análise do que tem sido até agora o «4º dia» (período pós-Convívio Fraterno) e ver como é que se poderá continuar a vivê-lo no futuro”, explicou o padre Joel Teixeira, diretor espiritual dos Convívios Fraternos à FOLHA DO DOMINGO.

A Diocese do Algarve conta com um historial de 30 anos de Convívios Fraternos que se têm realizado, de uma forma quase ininterrupta, desde os inícios dos anos 80, na altura com o padre Luís Gonzaga. “A experiência diz-nos que é algo que marca”, salienta o padre Joel Teixeira.

O sacerdote reconhece a dificuldade em chegar aos convivas mais antigos para os convencer a participar nesta iniciativa anual, lembrando a natural predisposição para o encontro dos que realizaram Convívios Fraternos mais recentemente.

O encontro de ontem teve início com a oração da manhã, seguindo-se o acolhimento e um espaço de testemunhos dos participantes. Após o almoço, teve lugar uma intervenção do diretor espiritual e a jornada terminou com a celebração da Eucaristia.

Samuel Mendonça

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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