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A forte ondulação e as marés vivas sentidas nos meses de inverno destruíram dezenas de casas na ilha e originaram a demolição de construções e uma intervenção de emergência, por parte do Ministério do Ambiente.

“No quadro desta primeira intervenção, procedeu-se à demolição das casas, remoção dos escombros e limpeza do areal e leito da ria e de seguida ao fecho da barra aberta pelos temporais e ao reforço do cordão dunar na zona mais fragilizada da praia”, explicou o ministério, numa nota enviada às redações.

A tutela do Ambiente informou ainda que foi construído um novo cais de embarque, acessos renovados à zona balnear e dois apoios de praia com características provisórias, que serão substituídos por estruturas definitivas depois da época balnear.

“Esta intervenção tornou-se necessária para permitir o uso balnear em condições de segurança e a continuação das actividades económicas e náuticas na ilha”, indicou.

O ministério tutelado por Dulce Pássaro acrescenta que, depois desta primeira intervenção, será aberta uma nova barra, já em execução, no sítio da "Toca do Coelho", a nascente do canal da Fuseta.

Lusa

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