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A Peregrinação Nacional da Pastoral Penitenciária a Fátima não se pôde este ano realizar-se por causa da pandemia de Covid-19.

A iniciativa, prevista para o passado dia 26 de setembro, foi substituída por uma peregrinação online, destinada a reclusos e ex-reclusos, familiares e amigos, cuidadores, capelães, colaboradores, voluntários e visitadores.

A peregrinação com participação presencial foi transformada numa “Peregrinação ao Interior”, assim denominada pela coordenação nacional da Pastoral Penitenciária de Portugal, que propôs a recitação do terço e a participação na eucaristia, para além de um momento de oração às 17h daquele dia, por forma a que todos os aderentes estivessem em sintonia.

Na Diocese do Algarve, a equipa da Pastoral Penitenciária da cidade de Faro assinalou a iniciativa e reuniu-se na igreja de São Pedro para a recitação do terço com a participação de alguns amigos e de elementos da comunidade paroquial que vinham chegando para a eucaristia das 18h.

Corinna Cappozzo, da equipa da Pastoral Penitenciária de Faro, explicou ao Folha do Domingo que o encontro de oração constituiu “uma oportunidade privilegiada para fazer eco, na Igreja e na sociedade, da existência e situação de irmãos e irmãs, privados da liberdade, mas não da dignidade”. “Procurámos assim transformar a distância em proximidade espiritual”, acrescentou, garantindo que os participantes estiveram “unidos de coração” aos que se encontram nos estabelecimentos prisionais.

Unidas a esta “Peregrinação ao Interior”, por convite da equipa da Pastoral Penitenciária de Faro, estiveram a comunidade algarvia das Carmelitas Descalças e a comunidade das Monjas de Belém, do Mosteiro de Nossa Senhora do Rosário, no Couço (Coruche).

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