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Faro celebrou festividades em honra de Nossa Senhora do Carmo

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Foto © Samuel Mendonça

A Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte do Carmo de Faro promoveu entre 7 e 16 deste mês as celebrações em honra da padroeira.

O programa de festas teve início com a novena, de 7 a 15, pelas 21.30h na igreja do Carmo, com o tríduo preparatório da festa com pregação de 13 a 15 deste mês, sendo constituído no dia 13 pela imposição de escapulários a devotos da padroeira, no dia 14 pela admissão de noviços e no dia 15 pela profissão admissão à ordem.

No passado dia 16 houve celebração da eucaristia pelas 9h e pelas 19h com participação da GNR, que tem Nossa Senhora do Carmo como padroeira, seguindo-se a procissão por algumas das principais ruas da baixa farense.

Na eucaristia que antecedeu o cortejo, o bispo do Algarve que presidiu à celebração na igreja da ordem, lembrou que Nossa Senhora conduz ao seu filho. “Maria é aquela que melhor nos pode conduzir a este «monte» que é a pessoa de Jesus”, destacou D. Manuel Quintas, lembrando que “criar espaço para se encontrar com Deus, é caminho de encontro com os outros, é caminho de serviço”.

Após a eucaristia, que terminou com a consagração a Nossa Senhora do Carmo, realizou-se a procissão com o Santo Lenho e a imagem de Nossa Senhora do Carmo, presidida pelo frei Pedro Bravo, da Ordem do Carmo, que também concelebrou a eucaristia.

O préstito, com o andor e o pálio transportados por um pelotão de praças da GNR e por elementos do Moto Clube de Faro, contou também com a participação das principais entidades oficiais da cidade, tendo feito uma paragem à frente do quartel do Destacamento Territorial de Faro da GNR para saudação a Nossa Senhora. Ali, o frei Pedro Bravo lembrou ser “apropriado” o patrocínio de Nossa Senhora do Carmo em relação à GNR. “Maria ensina-nos a estar próximos daqueles que são frágeis e precisam da nossa ajuda. Maria ensina-nos a construir a paz. Feliz o seu patrocínio e a sua bênção para este corpo que é GNR, para estes militares, seus familiares e entes queridos, nas suas viagens e missões, algumas delas de grande risco”, afirmou.

No final da procissão, que contou também com a participação da banda louletana “Artistas de Minerva”, o frei Pedro Bravo destacou que Nossa Senhora quer estar presente na vida de cada um. “Nossa Senhora fez-se tão próxima de nós, nos convida à sua casa e quer entrar na nossa casa, uma casa que é muito mais do que um edifício, uma «casa» que é a nossa vida, o nosso coração e a nossa existência diária. Maria, guia-nos também através da noite, das dificuldades. Mesmo quando, às vezes, parece que vamos perder o norte, Maria está lá com o seu filho Jesus, apontando-nos o rumo certo”, afirmou o sacerdote carmelita.

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