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Além da formação de recursos humanos nas áreas da educação, gestão e administração escolar, o protocolo visa apetrechar as escolas com equipamentos e materiais pedagógicos, promover actividades com agentes locais para o domínio da língua portuguesa e contribuir para a definição de políticas educativas em benefício dos públicos-alvo das zonas do interior da Guiné-Bissau, abrangendo um total de 164 escolas e mais de 400 docentes e responsáveis administrativos das regiões de Bafatá, Cacheu, Tombali, Quinara e Bolama/Bijagós.

De referir que o município de Portimão já estabeleceu alguns protocolos de cooperação com aquele país africano, integrados no processo de geminação com a cidade de Buba.

O acordo, formalizado no passado dia 22 de Janeiro, conta com uma dotação financeira global de 1,1 milhões de euros e foi também assinado pelos municípios de Stª Maria da Feira, Vagos e Santarém, cabendo a cada um dos subscritores a contribuição de 12 mil euros, a atribuir em três fases até final do ano lectivo 2011/2012.

Num país onde o Português é a lingua oficial, somente falada por 5 por cento da população, a FEC e os cinco municípios aderentes ao “Djunta Mon” (juntar as mãos, em crioulo) materializam desta forma o conceito de entreajuda à sociedade guineense, visando contribuir para a concretização do segundo objectivo proposto para este milénio – alcançar a educação primária universal.

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