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O autarca fez alusão à pressão dos bancos sobre os construtores civis, “que estão em muitas dificuldades”, num contexto de muita oferta e pouca procura, bem como à desertificação dos centros históricos das cidades, ao crescimento do número de edifícios devolutos e à perda de população das baixas cidades.

Não obstante, admitiu que o Algarve poderá criar condições para acolher mais gente e apelou a que “todos trabalhem com afinco” para ultrapassar a má conjuntura, lançando alguns caminhos possíveis para obstar ao envelhecimento dos centros históricos: criação de áreas de reabilitação urbana e o trabalho em articulação com os proprietários.

Para terminar, Macário Correia defendeu a preservação das fachadas e das características exteriores das casas e prédios, mas observou que as edificações têm que ser adaptadas ao clima e à economia, recorrendo ao uso de materiais e soluções arquitetónicas inteligentes e conformes com as características da região.

Rúben Oliveira com Lusa
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