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“A TAP embora tenha reduzido oferta, tem o seu segundo melhor ano da história em número de passageiros, mas não em termos de proveitos”, disse o administrador do grupo TAP, durante o XXXV Congresso Nacional da Associação Portuguesa de Agências de Viagens (APAVT), que está a decorrer em Vilamoura.

Fernando Pinto admitiu, que apesar da crise patente e do contínuo crescimento das “low cost”, a TAP pode sobreviver.

A “companhia de aviação tem mostrado que é possível sobreviver”, declarou Fernando Pinto, recordando, por outro lado, que esta crise mundial mostrou a importância do transporte aéreo, porque se reconhece a importância que tem para o PIB mundial (responsável por 8% do PIB mundial).

Fernando Pinto escusou-se a dar previsões dos lucros deste ano por tudo ainda “depender do mês de Dezembro, mas assumiu que o mês de Novembro está a receber mais reservas do que no mês homólogo de 2008.

A TAP baixou o nível de endividamento para 1,4 milhões de euros, adiantou, Fernando Pinto.

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