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A cantora portuguesa Lula Pena e o fadista António Zambujo abrem a oitava edição do MED – Festival do Mediterrâneo, a partir das 21:30 horas no dia 22, no Palco Castelo e Palco Cerca, respetivamente.

A banda de Coimbra Sean Riley & The Slowriders, que atua dia 23, às 21:45 horas no Palco Cerca, a cantora e compositora Luísa Sobral (dia 24, às 21:45 horas no Palco Cerca), e os Pinto Ferreira (dia 25, às 23:30 horas no Palco Castelo), com os seus Elogio da Estupidez e Violinos no Telhado, são outros artistas portugueses que vão tocar no MED.

O grupo Afro-Cubism, com músicos de Cuba e do Mali, é o cabeça de cartaz do último dia do Festival Mediterrâneo, no dia 25, subindo ao Palco Matriz, pela 01:15 horas da manhã.

Este ano, o MED recebe dia 22 o músico Marrokan (às 21:45 horas no Palco Castelo) e os espanhóis Muchachito Bombo Infierno, que sobem ao Palco Cerca à meia-noite, para misturar rumba catalã, reggae e rock.

Os sons da Nigéria também vão soar em Loulé, através da banda de Lagos Seun Anikulapo Kuti & Egypt 80, que funde afro-beat, jazz e hip-hop, e sobe ao Palco Matriz no dia 23 às 22:45 horas.

Os ritmos dos Balcãs, misturados com funk, twist, turbofolk e techno, vão soar também no dia 23, pela mão do esloveno Roberto Pesut sob o nome de Magnífico, conhecido pela Madonna eslovena devido à sua excentricidade. Atua no Palco Cerca, à meia-noite.

O centro histórico da cidade de Loulé recebe ainda o quarteto ucraniano DakhaBrakha (dia 25), com música folk ucraniana misturada com sonoridades de todo o mundo, e a banda George Clinton & Parliament Funkadelic, que atua dia 24, às 22:45 horas, no Palco Matriz.

O festival português de músicas do mundo propõe também barraquinhas de artesanato, iguarias gastronómicas, teatro, exposições e animação de rua.

O bilhete diário para o MED custa 12 euros e o passe geral para os quatro dias 40 euros.

Lusa

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