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Funeral do diácono Mendes Marques realiza-se esta tarde no Funchal

Diacono_joaquim_mendes_marques1Realiza-se esta tarde, pelas 15.30h, o funeral do diácono Joaquim Mendes Marques, antigo diretor do jornal Folha do Domingo, falecido no passado domingo.

A missa exequial terá lugar na igreja paroquial de Nossa Senhora do Rosário (igreja velha de São Martinho), no Funchal, presidida pelo vigário paroquial da diocese madeirense, o cónego José Fiel de Sousa.

A Diocese do Algarve, incluindo, naturalmente, o jornal Folha do Domingo, será representada pelos diáconos Rogério Egídio e Vitor Sabino que se deslocaram ao Funchal.

O falecido diácono da Diocese do Algarve, de 82 anos, pai de cinco filhos e avô de nove netos, faleceu na Madeira, onde residia, vítima de complicações cardíacas, após uma indisposição que o levou no último domingo ao hospital.

Joaquim Mendes Marques foi ordenado diácono permanente pelo então bispo do Algarve, D. Manuel Madureira Dias, a 20 de fevereiro de 2000, juntamente com mais seis diáconos da diocese algarvia.

De 2000 a 2006 exerceu o seu ministério diaconal colaborando na paróquia de Castro Marim, concretamente nas comunidades de Altura (atualmente paróquia) e Monte Francisco.

Para além de docente, Joaquim Mendes Marques foi jornalista, tendo sido diretor-adjunto do Jornal da Madeira, diário madeirense, e diretor de um jornal regional. A 3 de setembro de 1999 foi nomeado, por D. Manuel Madureira Dias, diretor de Folha do Domingo, tendo assumido plenamente funções a 11 de fevereiro de 2000 por razões de ordem burocrática, substituindo no cargo o padre Joaquim Duarte Nunes.

No entanto, o início da sua colaboração com este periódico remota ao ano de 1996, altura em que começou a escrever artigos de opinião sobre os mais variados temas da atualidade, respeitantes sobretudo ao domínio da moral e da ética. Esta sua reflexão viria a derivar, alguns anos mais tarde, na edição da coluna de opinião “Refletindo” que manteve até à atualidade.

Em 2006, sobretudo por razões de saúde e familiares, regressou à sua residência no Funchal. Continuando ligado à Diocese do Algarve, colaborava na Sé da diocese madeirense.

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