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Foto © Samuel Mendonça

A igreja de Almancil, cuja primeira pedra foi benzida e lançada no dia 13 de maio de 2011, vai ser inaugurada e dedicada a 15 de agosto deste ano.

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A obra, implantada num terreno cedido pela Câmara de Loulé com 3.280 m2, teve apenas início em janeiro do ano passado e deverá ficar pronta no final de maio deste ano, sendo dedicada a Nossa Senhora de Fátima.

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A construção, com uma área de 1150 m2 que inclui a igreja no rés-do-chão (que deverá ficar concluída no final de março) e um salão para reuniões e encontros num piso posterior (que só deverá ficar pronto no final de maio), está neste momento em fase de acabamentos, tendo recebido na passada quinta-feira os sinos que foram benzidos e colocados na torre sineira.

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Segundo o pároco, o projeto inicial do tempo do seu antecessor, o falecido cónego Gilberto Soares Santos, sofreu “algumas alterações” “que foram necessárias devido às características do terreno”.

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De acordo com o padre Jorge Carvalho, a inauguração não será feita no dia 13 de maio por coincidir com a visita do papa Francisco a Fátima. “Tendo que escolher outra data, prefiro que seja uma em que os emigrantes, filhos da terra, cá estejam”, explicou ao Folha do Domingo, justificando a escolha do dia 15 de agosto.

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O prior explicou ainda que depois da inauguração da futura igreja, continuará a haver celebrações da eucaristia na igreja de São Lourenço. “Os batismos é que passarão todos a ser feitos aqui”, acrescentou.

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Recorde-se que a sede da paróquia já passou pela igreja de São João da Venda, antes de ser na de São Lourenço onde agora funciona. Para além daquela igreja, a comunidade de Almancil reúne-se também há muitos anos na escola EB 2/3 Dr. António Santos Agostinho, onde também celebra a eucaristia.

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Segundo o pároco, a construção da futura igreja custará 1,8 milhões de euros. Para além do terreno, a Câmara de Loulé comparticipou a obra com um montante que o prior preferiu não adiantar e também o aldeamento turístico de Vale do Lobo apoiou em 430 mil euros, ao abrigo das contrapartidas (criação de infraestruturas para a comunidade e visitantes) que teve de dar aquando do seu plano de desenvolvimento estabelecido com a Câmara de Loulé e outras entidades. Assim sendo, a maior parcela recairá sobre a paróquia, que conta com o apoio dos paroquianos.

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