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Na celebração, presidida pelo padre major Carlos César Chantre, capelão do Comando Territorial de Faro, o sacerdote considerou que “o Algarve é muito mais do que aquilo que alguma comunicação social quer transmitir”. “O Algarve vive profundamente a cultura e a especificidade da serra, do barrocal e litoral. Se não perdermos as origens e as raízes desta beleza, o Algarve é uma mais-valia para o todo da GNR”, disse.

O padre César Chantre exortou também a que a GNR “seja aquilo que deve ser: um abraço ao povo português para a sua segurança”.

Dirigindo-se directamente aos efectivos daquela força de segurança que encheram por completo a igreja matriz de Faro, o capelão deixou-lhes um apelo. “Queridíssimos guardas continuem orgulhosos da instituição a que pertencem, pois Portugal tem quase 900 anos de existência e não é agora, como umas validadezinhas que andam por aí, que estes 900 anos vão desaparecer”, afirmou, defendendo que “é na sua diferença que Portugal pode dar unidade à Europa”.

Na celebração, que contou ainda com a presença do general Meireles de Carvalho, comandante operacional da GNR, do coronel Armindo da Costa Caio, comandante do Comando Territorial de Faro, e também com alguns representantes da Guardia Civil espanhola, o padre César Chantre lamentou que os legisladores, na nova estrutura legal, se tenham esquecido de fazer referência a Nossa Senhora do Carmo, padroeira da GNR. “Estão cada vez mais redutores na sua voragem legislativa, esquecendo-se do povo que juraram servir. Ainda podemos fazer estas coisas do povo e pode ser que alguns psedo-intelectuais comecem a compreender qual é a raiz do povo, independentemente dos defeitos das instituições”, referiu.

O dia celebrativo na GNR do Algarve teve continuidade com a realização de uma cerimónia militar que teve lugar nas instalações do quartel de Faro e um almoço.

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