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GNR iniciou celebração de aniversários com eucaristia em Faro

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Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

O Comando Territorial de Faro da Guarda Nacional Republicana (GNR) celebrou na passada segunda-feira o 104º aniversário da instalação da sua primeira companhia no Algarve, ocorrida a 29 de janeiro de 1914, e o 9º aniversário do Comando Territorial de Faro que aconteceu em 2009.

A cerimónia oficial com atividades de caráter militar, cultural e social teve lugar na segunda-feira na zona ribeirinha de Portimão, mas na véspera aquela força de segurança quis assinalar a efeméride, associando-se à eucaristia dominical na igreja matriz de São Pedro de Faro.

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Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

Na celebração, o capelão do Comando Territorial de Faro e vigário geral da Diocese do Algarve que presidiu à celebração, manifestou o seu regozijo pela participação da GNR e pelo facto de “haver instituições que ainda assumem este legado espiritual para rezar pelos seus que já morreram e por aqueles que ainda vivem neste mundo”. “Ainda há instituições na Europa que têm esta coragem de parar, refletir, para poder atuar”, afirmou o cónego Carlos César Chantre, realçando a “coincidência feliz” de no domingo se celebrar também a festa de São Tomás de Aquino, padroeiro da cidade de Faro.

No final da eucaristia, foi manifestado o desejo de “que a GNR continue aguardar as gentes algarvias e todos aqueles que por cá passam” e os militares entoaram o grito da instituição.

Na segunda-feira, o programa em Portimão teve início com a realização de uma parada militar e o desfile das diversas valências da GNR que estiveram no local, nomeadamente ao nível da ordem pública, territorial, trânsito, programas especiais e proteção da natureza e ambiente.

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Foto © Filipe da Palma

A cerimónia, presidida pela secretária de Estado da Administração Interna, Isabel Oneto, contou com uma representação de militares e de meios de todas as valências da GNR e houve, igualmente, lugar à condecoração de elementos que se destacaram no desempenho das suas funções, à homenagem aos mortos em serviço, terminando com o desfile das forças em parada.

Estas atividades têm em vista dar a conhecer à sociedade civil as valências da GNR no distrito e, simultaneamente, “promover a cultura de segurança que tem pautado a instituição”. Por outro lado, a instituição destaca que se pretende que “as cerimónias decorram com o maior brilhantismo e que sejam uma demonstração do historial, capacidades e vitalidade da Instituição, dignificando o caráter da data”.

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