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Os assaltantes “utilizaram uma bomba de líquidos portátil para chupar os combustíveis do interior dos depósitos enterrados junto às bombas”, e “retiram diretamente para bidões”, explicou a fonte à Lusa.

As "tampas de segurança dos depósitos são forçadas" para introduzir uma mangueira que extrai os combustíveis, precisou.

O furto por este método aconteceu no final de agosto, nas bombas de gasolina da Repsol na estrada nacional 2, que liga Chaves a Faro, tendo os militares da GNR “detetado um homem junto aos depósitos [de bombas de gasolina] com bidões” e encontraram uma carrinha parada perto, disse a fonte.

A Lusa contactou o comando da GNR de Faro que confirmou estar a “investigar o furto de combustível” e que tem registada apenas “uma situação” com este método.

O comando daquela força de segurança escusou-se a fornecer mais informações ou dados por estarem “a decorrer investigações” relacionadas com este crime.

A Lusa também contactou a Repsol para obter mais informações sobre este tipo de crime na sua rede de distribuição, mas a empresa preferiu “não adiantar pormenores”, alegando “estarem a decorrer investigações”.

De acordo com fonte ligada ao processo, estas bombas de gasolina foram assaltadas diversas vezes desde o início do verão, tendo sido furtados mais de 6.000 litros de diferentes combustíveis.

Lusa
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