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O valor do fundo foi divulgado após uma reunião realizada no Centro Distrital da Segurança Social em que participaram os autarcas dos municípios de Silves e Lagoa assim como o Secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social e o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve.

Marco António Costa considera que o valor daquele fundo de emergência vai ser suficiente porque, apesar da primeira estimativa dos prejuízos provocados pelo mau tempo apontarem para os dois milhões e 290 mil euros, a intervenção das seguradoras irá assumir parte importante da verba.

“A intervenção dos seguros, que sabemos que é muito significativa porque há muitas coisas cobertas, significa que os dois milhões de euros que dotámos excecionalmente para cobrir todas as situações que se justifiquem socialmente são mais que suficientes para apoiar as famílias”, afirmou o Secretário de Estado.

Hoje, os técnicos dos serviços sociais dos municípios de Silves e Lagoa vão reunir com os técnicos do Centro Distrital da Segurança Social para analisar e concluir os regulamentos do processo.

Marco António Costa aconselhou os cidadãos afetados a contactarem os serviços municipais durante esta semana para dar início aos pedidos de apoio.

Questionado sobre o processo de recuperação dos edifícios públicos danificados pelo mau tempo, o autarca de Silves, Rogério Pinto, disse que as “coisas estão bem encaminhadas” admitindo que a recuperação do telhado das piscinas municipais vai ser a obra mais morosa.

O autarca adiantou ainda que a breve trecho espera ter condições para abrir ao público o ginásio e a sala de ‘fitness’ do complexo das piscinas municipais.

O Governo aprovou na quinta-feira (22 de novembro), em Conselho de Ministros, uma resolução que permite aos municípios de Silves e Lagoa aceder ao Fundo de Emergência Municipal, podendo aumentar o seu endividamento, o que implica alterar a proposta de Orçamento do Estado para 2013.

Lusa
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