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Num comunicado ontem divulgado pela tutela, esclarece-se que o ministro Miguel Macedo assinou hoje um despacho em que se solicita "uma análise dos meios humanos e materiais envolvidos, bem como das fases de empenhamento dos mesmos, do grau de desempenho dos meios empregues durante as várias fases e ainda de eventuais dificuldades ou falhas na coordenação e avaliação dos meios envolvidos na operação, a cada momento".

No domingo, o presidente da ANPC, Arnaldo Cruz, manifestou em comunicado "total disponibilidade e colaboração" para apurar a eventual "falta de coordenação operacional" no incêndio de Tavira e de S. Brás de Alportel.

Em declarações à RTP, o comandante nacional da Proteção Civil, Vítor Vaz Pinto, disse que “houve falhas” no combate ao incêndio que lavrou durante quatro dias na Serra do Caldeirão, entre Tavira e São Brás de Alportel.

O incêndio da Serra do Caldeirão deflagrou cerca das 14:00 de quarta-feira em Catraia, na freguesia de Cachopo, concelho de Tavira.

As chamas só foram dominadas ao final da tarde de sábado, depois de um prolongado combate que chegou a mobilizar mais de 1.100 operacionais, 13 meios aéreos e mais de duas centenas de veículos.

A Proteção Civil admitiu nesse dia que o rescaldo se poderia prolongar por vários dias.

Lusa

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